Gravidez na pandemia: 5 práticas essenciais para evitar a contaminação do COVID-19

Os cuidados preventivos com relação a contaminação da COVID-19 são os mesmos para grávidas e lactantes? E os impactos frente ao bebê? É exatamente sobre isso que o presente texto traz informações, colhidas em diversas organizações e institutos que cuidam dessas questões e que já se posicionaram com relação a pandemia do novo coronavírus.
O cenário de pandemia afeta a todos, em especial com relação a nossa saúde mental e os cuidados redobrados com quem está gestando ou amamentando um bebê. Em outras palavras, quando falamos em gravidez, os cuidados são redobrados e qualquer sinal de desconforto deve acender um alerta. No entanto, o atual cenário de isolamento social traz vários empecilhos na rotina pré-natal.
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Crédito: mohamed mahmoud hassan.

A boa notícia é que, diferente daqueles que compõe o grupo de risco crítico (pessoas acima dos 60 anos e com doenças crônicas - cardiovasculares, diabetes, pressão alta e doenças respiratória), grávidas devem seguir as recomendações como qualquer outra pessoa. Dados colhidos na China sugerem que mulheres grávidas não possuem maior risco frente outras mulheres. 
Em contrapartida, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, grávidas e lactantes podem manifestar mais severamente os sintomas do COVID-19. 
De outro modo, a mulher grávida é mais suscetível a apresentar sintomas de gripe e, também, do próprio coronavírus, e por isso deve redobrar os cuidados preventivos com relação a contaminação. Isso por que a febre elevada traz riscos quando manifesta no primeiro trimestre da gravidez.
Parece improvável que grávidas positivas para o teste da COVID-19 passem a doença para o bebê ainda na barriga. O vírus não foi encontrado nas amostras de líquido amniótico ou leite materno testadas, tampouco são transferidas antes, durante e depois da amamentação.
Vale destacar, no entanto, que em caso de amamentação, o bebê pode contrair a doença através das gotículas de respiração e salivares da mãe. Então é importante utilizar máscara enquanto amamenta, caso você tenha sido diagnosticada com o vírus. Outra opção é bombear o leite para que outra pessoa ministre a dose de leite materno para o bebê. 
Independentemente da opção que tomar, é importante manter as devidas precauções para diminuir o risco de contaminação da mãe e, em especial, do bebê, seja com a higienização das mãos, das superfícies ou no contato próximo a outras pessoas.
A seguir, fizemos uma lista com as principais práticas preventivas com relação a contaminação da COVID-19 - as grávidas devem segui-las a risca, com bastante rigor:

  • Lavar as mãos com frequência (15 a 20 segundos por vez);
  • Evitar tocar no rosto;
  • Desinfetar superfícies da casa com produtos como cloro e álcool 70%;
  • Permanecer a uma distância de 6 passos de outras pessoas, sem cumprimenta-las;
  • Ao espirrar ou tosir, cobrir a boca e nariz com um lenço e descartar logo na sequência.
Vale ressaltar que a comunidade científica ainda não tem dados suficientes para afirmações mais incisivas com relação aos possíveis desdobramentos dessa doença tanto para a mãe, quanto para o feto. O texto, no entanto, buscou trazer informações atualizadas com relação ao tema.

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