Violência psicológica contra a mulher

Olá, como vai? Preciso te dizer: é uma verdadeira agressão física quando vejo seres humanos tratamento outros seres humanos com discursos verbalmente violentos. Já falamos sobre esse assunto noutra postagem, mas vale retomar para que, aos poucos, a conscientização seja realizada.
Recentemente, uma querida amiga se libertou de um relacionamento abusivo. Ela tinha tanta vergonha de ser maltratada na frente dos outros que começou a falar que não curtia mais festas e ambientes com bebida e, somente por isso, parou de frequentar a roda de amig@s. Além disso, se distanciou também dos familiares.
Em muitas oportunidades, ela se via encurralada com o parceiro dizendo que ela não poderia dançar com ninguém, brincar com ninguém, tampouco investir tempo conversando com outra pessoa que não fosse ele. Chegava a falar que era somente ciúme e que sofria por não ter sua atenção.
Na mesma época, presenciei diversas situações constrangedoras com uma colega de trabalho. A noiva não perdia oportunidade alguma de insulta-la na frente de outras pessoas, colocando-a para baixo com frases do tipo "eu sei que você dá moral para outras pessoas no ambiente de trabalho" ou "o que você está escondendo que não posso saber?", arrastava, inclusive, as pessoas para dentro de seu joguinho sujo de psicologia doentia.
Não importa quem sejam, se é familiar, amigo ou desconhecido, pessoas tóxicas necessitam colocar a outra para baixo para se sentirem melhores, superiores. Piorou com relação às parceiras, pois para elas a pessoa com quem estão nada mais passam do que sua propriedade e dela fazem o que quiserem - isso em suas cabeças ou pelo menos em seus atos.
A redução de um ser humano a nada. É isso. Você não só desrespeita a si própria como também a todas as outras que veem tudo isso acontecendo. Não tolere. Denuncie. Fale com as pessoas.
Nesta página do Instituto Maria da Penha estão as três fases pelas quais passam o agressor/a dentro do relacionamento que se vê no direito de ser abusivo. O ciclo se repete ad infinitum. Por isso, não postergue. Isso não é amor.
Especialmente se o relacionamento sobrevive na presença de filh@s. Essas pessoas, muitas vezes ainda em formação, podem tomar essa representação de relacionamento para si mesmos, replicando o comportamento que presenciaram dos pais/mães. 
Se não for por você, que seja pelos outros. Não admita! E se, por outro lado, você sabe de alguém que sofre esse tipo de situação, apoie, instrua, não abandone. Juntas somos mais fortes!
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